domingo, 11 de março de 2012
Figuras de Linguagem V
Antropofagia - Tarsila do Amaral
3. Zeugma
A supressão de um termo já expresso na oração, permitindo que a repetição do mesmo não seja necessária, porém, ao realizarmos a leitura o mesmo fique subtendido, significa Zeugma.
Exemplo:
"Foi saqueada a vida, e assassinados os partidários dos Felipes." (Camilo Castelo Branco)
"O meu pai era paulista / Meu avô, (era) pernambucano / O meu bisavô, (era) mineiro / Meu tataravô, (era) baiano." (Chico Buarque)
Figuras de Linguagem IV
São Paulo - Tarsila do Amaral
2. Elipse:
Aparece quando subtendemos ou identificamos a omissão de um termo ou oração no contexto, através da supressão de conjunções, pronomes, verbos ou preposições. Um recurso de dinamismo e concisão utilizado algumas vezes na construção de orações.
Exemplo: "No mar, tanta tormenta e tanto dano." ("Os Lusíadas" de Camões)
Figuras de Linguagem III
Amamoeiro - Tarsila do Amaral
1. Assíndeto:
A presença desse tipo de linguagem se dá, quando orações ou mesmo palavras deveriam aparecer ligadas por conjunções coordenativas e são separadas por vírgulas ou justapostas. Este tipo de construção exige do leitor uma consideração maior no momento da leitura ou escrita, devido a presença das vírgulas.
Exemplo: Eu, você, o vento, o tempo, o amor!
Figuras de Linguagem II
Estudo Academia - Tarsila do Amaral
A primeira a ser abordada será, Figuras de Sintaxe ou de Construção. Esta, se refere a desvios quanto à concordância entre os teores da oração, seu arranjo, possíveis repetições ou lacunas. As sintaxes se apresentam da seguinte forma: Assíndeto, Elipse, Zeugma, Anáfora, Pleonasmo, Polissíndeto, Anástrofe, Hipérbato, Sínquise, Hipálage, Anacoluto e Silepse. Cada qual com sua singularidade é claro. Para conhecermos um pouco dessas particularidades discorreremos individualmente como cada uma se apresenta contextualmente, além de citar alguns exemplos.
Figuras de Linguagem I
Tarsila do Amaral - Negra
Os recursos lingüísticos podem se apresentar por meio de figuras de construção, figuras de som, figuras de pensamento e figuras de palavras, a fim de valorizar o texto e torná-lo mais expressivo. Seu propósito é estabelecer de forma clara e objetiva a comunicação. A utilização desses recursos de linguagem quando acontece pela falta de conhecimento da norma culta, são identificados como vícios de linguagem.
quinta-feira, 1 de março de 2012
G ou J, qual usar na hora da grafia.
Você sabe quando usar o G ou o J?
Não se preocupe, se você não se lembra, nós do blog dúvidas na língua lhe auxiliaremos.
Muito bem, para começarmos, é importante e necessário que você identifique se a palavra é um substantivo e qual a sua terminação.
Então, para que possamos usar a letra “G” é preciso que os substantivos terminem em: -agem, -igem e –ugem, como por exemplo acontece com as palavras, fuligem, vertigem, ferrugem, garagem, mixagem, serragem .
Agora se as palavras terminarem em –ágio, -égio, ígio, -ógio e –úgio a utilização da letra “G” também esta correta, como podemos ver nas palavras pedágio, colégio, sacrilégio, relógio, prodígio, refúgio, vestígio, litígio.
Porém, existem outras palavras que também podem e devem ser inseridas nesse contexto, são elas: laringe, faringe, monge, apogeu, gengiva, geada, tingir, tingido, tingimento.
Agora, no que concerne ao uso da letra “J” a norma a ser considerada é outra.
Devemos observar se as formas verbais se encontram nas terminações - jar: como acontece com as palavras enferrujar, esbravejar, viajar, relampejar, trovejar, arranjar, despejar, sujar, viajar, trajar, ultrajar.
Quanto as palavras que oriundas da língua tupi, africana, árabe ou que são consideradas exóticas, citamos os exemplos: jerico, manjericão, jibóia, canjica. Temos ainda outras palavras com “J” que devemos nos atentar, mas que não são tão difíceis assim, são elas: loja, lojinha, lojista, cerveja, cervejaria, laranjeira, laranja, jumento, hoje, jiló, majestade, jeito, laje, granja, granjeiro, lajeado.
Esperamos sinceramente ter sanado suas dúvidas e lhe convidamos a ler outros de nossos artigos.
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